sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Chiffon de cenoura com Ganache de Chocolate

Já experimentei várias receitas de bolo de cenoura. Esta é a que considero melhor!

Chiffon de Cenoura com Ganache de Chocolate:

300g de cenoura ralada;
4 ovos;
100 ml de óleo;
200g de açúcar;
200g de farinha;
5g de fermento;
200g de chocolate (pelo menos 70% cacau);
200ml de natas (pelo menos 35%de gordura);
 
Juntar a cenoura, as gemas, o óleo e o açúcar e triturar bem numa blender ou robot de cozinha. Numa tigela colocar a mistura anterior e incorporar a farinha e o fermento (que já foram misturados à parte). Envolver as claras batidas em castelo e levar a cerca de 180ºC até estar cozido. Para se saber se já está no ponto que se pretende, calca-se levemente com a palma da mão, por cima do bolo que deve ter uma consistência esponjosa. O palito serve para saber se está cozido, mas aqui pretende-se verificar se está no ponto que pretendemos.
 
Ganache de chocolate: Ferve-se as natas e deita-se sobre o chocolate partido em pedaços. Mexe-se até o chocolate estar completamente derretido.
 
Deita-se a ganache por cima do bolo quando este estiver pelo menos morno.
 

 
Bom apetite!

Bolos (mais) saudáveis

Todos gostamos de comer um bolinho de vez em quando. Eu evito fazê-los para não ter que os comer..eh eh, mas a fazê-los, não seria bom conhecer algumas receitas que tornam este prazer menos culpado?

Pois bem, estou a realizar uma formação sobre bolos de época festiva e doçaria regional e sem dúvida que juntar a nossa experiência a técnicas estudadas e bem estruturadas oferece-nos um olhar novo (e novos resultados) sobre o que é velhinho e pensávamos já dominar sem segredos.

Já conhecem o truque de usar legumes nos bolos? Pois é uma forma de cortar ou substituir as gorduras permitindo que o bolo fique na mesma húmido e maravilhoso..

Aqui vai uma receita que testei e considero muito boa:

Bolo de chocolate e courgette:

200g de chocolate negro (pelo menos 70% cacau);
100g de manteiga;
3 ovos;
150g de açúcar;
400g de courgette ralada (se não gostar de encontrar a corgette, pique-a numa blender/robot de cozinha);
100g de amêndoa moída;
150g de farinha;
5g de canela

Bater as gemas e o açúcar em relevo (até ficar com aspecto esbranquiçado). Em paralelo derrete-se o chocolate com a manteiga em banho-maria. Adicionar o chocolate derretido  e a courgette ralada às gemas batidas. Misturar as farinhas numa tigela à parte  e envolvê-las na mistura anterior. Envolver as claras batidas em castelo e levar ao forno a 170ºC, por 20-30m.



Algumas considerações:

  • Envolver não é bater, é só ligar de uma forma muito leve. Faz uma grande diferença no resultado final do bolo;
  • As claras não devem ficar armadas, como se fossem para fazer suspiros ou farófias. Para bolos, as claras devem ficar espumosas e ligeiramente firmes, mas não armadas.
  • É preferível fazer em tabuleiro para que o bolo fique mais húmido;
  • Fica um bolo muito saboroso e quase cremoso, prefiro simples.
  • Se preferirem rechear devem fazer massa suficiente para vários tabuleiros (tantos quantas as camadas que queiram que o bolo tenha). Cada tabuleiro deve ir ao forno com uma quantidade de massa que perfaça cerca de 2cm de altura. Quando montarem o bolo, a humidade deste em conjunto com o recheio vai levar a um bolo rico e húmido.
  • A receita que partilho convosco não é completamente dietética. Contudo, podem cortar na manteiga e substituir o açúcar por frutose ou por stevia e vão ver as calorias descer consideravelmente, tudo com o mesmo prazer!

Experimentem!



Esterilizar e formar vácuo nas conservas

Algumas pessoas têm dúvidas acerca de como esterilizar os frascos para as conservas e formar o vácuo para que durem mais tempo.
 
Ao longo dos anos e após muitas experimentações e pesquisas deixo-vos as conclusões a que cheguei e aquilo que melhor tem funcionado comigo.
 
Para esterilizar:
 
Existem diversas formas de esterilizar os frascos (em banho-maria, no forno, no micoondas, etc.). Eu começo por lavar muito bem os frascos com detergente da loiça e água quente abundante e ponho-os a escorrer.
 
Pouco antes de se fazer a receita de conserva aqueço água numa panela e quando está a ferver coloco as tampas e os frascos lá dentro durante cerca de 5-10m. A água deve ser suficiente para cobrir os frascos e as tampas e deve colocar-se um pano limpo no fundo de modo a que os frascos não entrem em contato direto com o metal.
 
Depois de fazerem a receita de conserva que escolheram devem encher os frascos enquanto ainda está quente. Fecham-se, viram-se ao contrário e deixa-se repousar em cima de uma superficie plana.
 
Antes de efetuarem o processo de formação de vácuo (tratamento térmico) devem abrir as tampas até ficarem apertadas só cerca de 1/4.
 
 
Para formar o vácuo:
 
Entretanto volta-se a aquecer água numa panela e quando estiver a ferver colocam-se dentro os frascos cheios, virados ao contrário, durante cerca de 10-15m. Novamente, deve colocar-se um pano limpo no interior de modo a que os frascos não entrem em contato direto com o metal.
 
Retiram-se e deixam-se repousar de um dia para o outro (cerca de 24h) virados ao contrário em superfície plana. Para confirmar a existência de vácuo é mais fácil nas tampas que têm uma zona ao centro que cede ligeiramente (como nas tampas das garrafinhas compal, p.ex.). Nas outras tampas simplesmente não consigo verificar.
 
O vácuo forma-se quando, por ação do calor, o ar expande-se e liberta-se.
 
Esta é a forma que uso e melhor me convêm. O vácuo por vezes não funciona porque devemos usar sempre uma tampa nova. O frasco pode manter-se mas as tampas devem ser sempre renovadas pois, supostamente, só permitem um processo de vácuo. Contudo e uma vez que em Portugal é dificil comprar somente as tampas (só vi à venda na Casa e não são muito em conta, nem as tampas, nem os frascos) também podem reutilizar as tampas antigas mas acrescentando um disco de papel vegetal e depois a tampa, pois não existem garantias de que a tampa está apta para a realização do processo de vácuo.
 
Por fim, existem outras formas de fazer este processo.
 
 Esterilização:
Forno: lavem os frascos com água quente e sequem-nos a cerca de 140ºC no forno.
Máquina de lavar a loiça: lavem os frascos e as tampas num programa com temperatura quente.
Microondas: Coloquem os frascos com 4 colheres de sopa de água dentro, por 2 minutos, no microondas. Atenção: os frascos com grampos de mola (tipo Ikea, por exemplo) não podem ir ao microondas. Aliás qualquer frasco que tenha qualquer parte em metal.
 
Tratamento térmico (vácuo):
Forno: coloquem os frascos num tabuleiro revestido com jornal (para evitar que algum conteúdo derramado queime no forno) a uma distância de 5cm entre si. O tabuleiro deve ir a meio do forno, pré-aquecido a 150ºC. As tampas devem apenas estar encaixadas. Enroscam-se na totalidade após saírem do forno.
 
Outras considerações:
A conservação acontece devido a um conjunto de passos que devem ser respeitados. No entanto, muitas foram as situações em que segui todos os passos acima descritos, meticulosamente, mas a coisa saía sempre ao lado!
 
Pois bem, dependendo do que estamos a conservar (legumes, carne, fruta, etc.) também o agente da conservação é importante e deve ser bem escolhido.
Ora, o agente de conservação é o conservante natural que escolhemos para realizar a conservação por um longo período de tempo. Pode ser sal, açúcar, óleos e gorduras, vinagre ou álcool.
 
Acontecia-me realizar as compotas e estas estragarem-se com frequência mesmo após ter feito todo o processo de conservação. Pois bem: eu gosto de compotas pouco doces e neste caso o agente de conservação é o açúcar. Se as compotas não levarem pelo menos 3/4 do peso da fruta em açúcar não irão conservar por bastante tempo. Devem ser antes guardadas no frigorífico ou até mesmo congeladas. No frigorífico duram cerca de 2 meses (é a minha experiência tendo em conta que não uso mais de metade do peso da fruta, em açúcar). No congelador sugiro que dividam em quantidades que costumem utilizar e vão descongelando que fica igual.
 
O mesmo se aplica a garrafas para fazer licores.
 
 
Exemplo de frasco com grampo de metal (que não deve ir ao micoondas)
 
Se ainda tiverem dúvidas e se eu puder ajudar comentem ou enviem um mail para virtudecaseira@gmail.com.


sábado, 1 de dezembro de 2012

Puré de Batata

É algo muito básico mas que muitas pessoas nunca fizeram sem ser do instantâneo...uma pena, de facto. O autêntico não tem comparação, sendo que compreende-se que nem sempre há tempo para fazer do genuíno.

Mas para quem quer experimentar ou só saber algumas quantidades, aqui vai:

Puré de Batata:

1 kg de batata (ou a quantidade de batata para o puré que se pretende obter) descascada e cortada em quartos;
2-3 colheres de sopa de manteiga;
100-150 ml de leite;
Noz-moscada q.b.
Sal q. b.
Água q.b.

Colocam-se as batatas num tacho e enche-se de água até estarem cobertas. Adiciona-se sal q.b. e deixa-se ferver. Após ferver, contam-se 10m e  confirma-se a cozedura (pica-se com um garfo e se desprenderem bem do garfo, estão cozidas). Escorrem-se e passam-se pelo passe-vite para reduzir a puré (antigamente esmagava-se tudo com um garfo). Ao puré junta-se a manteiga, o leite, e a noz-moscada q. b. e mexe-se tudo até obter a consistência de puré que se pretende.


Poderá ser necessário acrescentar mais leite e margarina para o efeito.


É algo bastante versátil e necessário a um sem número de receitas.

Se tiverem hipótese optem pelo feito em casa pois não só é mais saudável como também mais económico.

Experimentem!
 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Empadão de Pombo Bravo com cogumelos e tomilho fresco

Aqui por casa aparece muitas vezes carne de caça. É um ingrediente que deve ter alguns cuidados pois tem um sabor mais forte e os chumbos podem facilmente levar a uma ida ao dentista... mas vale bem a pena!

Um estudo científico feito pelo Professor Pierre-Henri Ducluzeau (nutriconista-diabetologista) da Universidade de Angers concluiu que esta carne é a melhor, mesmo quando comparada com o peixe em termos de quantidade de fósforo. É o melhor alimento enquanto fonte de ferro, de potássio e possui menos gordura do que um iogurte natural.

COMO PREPARAR
'A carne de caça tem um aroma intenso, as pessoas julgam, por vezes, que apodreceu, e tem também um sabor intenso.' As carnes de caça têm um sabor inusitado e por isso recomendam-se temperos marcantes: ervas como o zimbro ou o alecrim. 'A carne de caça tem um sabor muito específico e deve, em minha opinião, ser marinada, para quem não gosta de sabor muito agressivo e selvagem. Há pessoas que comem directo, como o meu pai, com os bifes ou veado e assim.' Nunca se deve marinar a carne em recipientes de metal, sobretudo alumínio porque pode alterar o sabor do animal. 'Não temos grande tradição culinária de confecção do veado, mas vamos tendo no javali e temos muita tradição no coelho, na lebre, na perdiz, é algo muito antigo em Portugal e aí não há lições.'
Sugestões: a avestruz lembra o filet mignon e para marinar esta carne pode utilizar um Vinho do Porto na proporção de 100 ml de vinho para um quilo de carne. Para o coelho acrescente cascas de frutas cítricas como o limão ou as ervas fortes como o alecrim, tanto na hora de marinar como quando a levar ao lume.
 
MARINADA BÁSICA PARA CAÇA

Ingredientes: 1 raminho de alecrim; 6 dentes de alho; 2 cebolas; 2 cenouras; 4 folhas de louro; 12 grãos de pimenta preta; sal q.b.; 1 raminho de salsa; 1 raminho de tomilho; 1 litro de vinho tinto

Preparação: Corte os dentes de alho em lâminas finas e pique todas as ervas (menos as folhas de louro) e a cebola. Corte a cenoura descascada em rodelas finas. Misture todos os ingredientes com o vinho. Cubra o fundo de um recipiente com um pouco de molho e disponha as peças de carne limpas. Despeje o molho por cima, cubra com película aderente e reserve em lugar fresco pelo menos 24 horas antes de cozinhar.
 
 
A minha receita de Empadão de Pombo Bravo com cogumelos e tomilho fresco:
 
Ingredientes:
5 pombos bravos (os peitos);
2 folhas de louro;
1 cebola bem grande ou 2 médias picadas grosseiramente;
1 dl de azeite;
3 dentes de alho picados ou esmagados frescos;
2 caldos knorr de galinha;
1 raminho de tomilho fresco (também podem juntar rosmaninho/alecrim/hortelã da ribeira, etc.);
Vinho tinto q.b. (de boa qualidade, entre 500-750ml);
150 g de cogumelos frescos laminados.
 
Num tacho faz-se o refogado com o azeite, a cebola, o alho, o louro e os cubos de caldo Knorr.
Depois de a cebola estar bem translúcida e vidrada junta-se os peitos de pombo e deixa-se "selar" bem a carne a uma temperatura média-alta (no azeite). Quando o exterior estiver com aspeto dourado refresca-se com o vinho e junta-se o tomilho e o sal a gosto. Quando ferver baixa-se o lume para médio e deixa-se cozinhar cerca de 30-45m (eu gosto de deixar mais tempo para a carne ficar bem tenrinha, cerca de 1h). Se necessário acrescenta-se mais vinho e nunca água. Nos últimos 15m junta-se os cogumelos.
 
Serve-se com arroz branco ou outro acompanhamento do vosso agrado.
 
Contudo... como nada se pode desperdiçar e ainda havia bastante pombinho de molho (pois fizemos cerca de 8) fiz empadão com a carne restante:
 
Retiram-se as folhas de louro, e cobre-se o fundo de um pirex com a carne desfiada.
 
 
Tritura-se com a varinha mágica o molho restante, de modo a que se obtenha uma pasta grossa. É possível que se tenha que retirar algum do vinho senão fica muito aguado e depois o empadão fica "empapado".
 
 
Faz-se puré de batata, coloca-se por cima e pincela-se com ovo batido. Leva-se a gratinar a 180ºC, por cerca de 25-30m.
O resultado está à vista...
 
 
 
 
Ficou óptimo e foi feito a partir de sobras de uma outra refeição!
 
Nota: Não fiz a marinada que está acima descrita pois não tive tempo, mas aconselho vivamente a que se faça marinada para esta carne: ainda fica melhor!
 
 
 
 
 
 

Etiquetar e organizar

Para organizar as conservas podemos fazer etiquetas ou pesquisar um pouco pela internet para encontrar verdadeiras maravihas de design.


© Paper Crave
© Martha Stewart
© Merriment Design
© Domestifluff
Se são adeptos de realizar as vossas prendinhas (eu vou aderir a esta nova moda não só porque poupamos uns euros mas também porque oferecemos algo único, nascido da nossa criatividade e carinho por essa pessoa) esta é uma forma de embelezar as vossas compotas e conservas de oferta.
Mas não se limitem... usem-nas para o que vos apetecer, a vossa imaginação é o limite!

Conservas e compotas:
 
Clique aqui para download de etiquetas com estilo mais vintage ou aqui  ou ainda aqui (estas estão em inglês mas com a ajuda de um programa aproriado como o adobe ilustrator, o paint ou qualquer outro que permita alterar imagens pode modificá-las de acordo com as funções que lhes pretende dar). Aqui têm mais algumas possibilidades:

Etiquetas 1
Etiquetas 2
Etiquetas 3
Etiquetas 4
Etiquetas 5
Etiquetas 6
Etiquetas 7 e Etiquetas 8

Licores e vinhos e azeites aromatizados (garrafas):

Rótulo 1
Rótulo 2

Em ambos os rótulos se colocarem o cursor nos títulos vão verificar que podem alterar o nome que pretendem colocar no rótulo.

Nas etiquetas podem imprimir diretamente em papel autocolante e a sua utilização torna-se muito mais fácil.

Aqui encontram um conjunto de cartões de receitas (para organizarem as vossas delícias);

Aqui encontram um conjunto de calendários para vosso uso pessoal;

Aqui encontram um conjunto de etiquetas para embelezar as vossas prendas;

Aqui encontram um conjunto de etiquetas para embelezar as vossas prendas de Natal.

Se tiverem problemas porque o site está em inglês não hesitem em utilizar o tradutor do Google.

Ponham à prova a vossa criatividade e boas organizações!

domingo, 25 de novembro de 2012

Crepes de Legumes

Há uma iguaria nos restaurantes chineses que me levava sempre a voltar ...mas desde que aprendi a fazer estes crepes (fiz várias tentativas para chegar a esta receita do meu agrado) e passei a poupar imenso dinheiro!

Para cerca de 5 crepes:

Recheio:

3 cenouras raladas médias;
1 repolho médio cortado em juliana fina;
150g caixa de cogumelos frescos picados;
100 g de milho;
200 g de presunto picado;
100 g de fiambre picado;
1 cebola média picada;
2 dentes de alho picados finamente;
1 dl de azeite;
1 caldo Knorr de carne;
caril, pimenta e sal q. b.
Quaisquer outros legumes do seu agrado


Num tacho coloca-se o azeite , o alho, a cebola e o caldo Knorr e refoga-se bem. Junta-se a carne e deixa-se fritar um pouco. Adiciona-se  a cenoura e deixa-se refogar mais um pouco.




Juntam-se os restantes legumes todos de uma vez e nunca se pára de mexer até atingirem o ponto de cozedura "al dente". A temperatura a usar deve ser média- alta, pois é como quando se cozinha no wok: rápido e a temperatura elevada.



Massa dos crepes (eu faço em dobro para que sobrem crepes para comer com gelado e chocolate derretido.. eh eh ):

200 ml de leite;
100 g de farinha;
1 ovo;
Pitada de sal;

Coloca-se tudo no copo misturador e bate-se com a varinha mágica ou batedeira.
Com o auxílio de uma concha colocam-se doses de massa na crepeira ou numa frigideira larga e espalha-se a mesma com um "rodo" de madeira ou "rodando" a frigideira.

Aqui encontram um video que vos explica muito bem como fazer crepes. Utiliza uma receita diferente, mas a técnica da frigideira está bem explícita.

Algumas considerações:
  • Eu não pico os legumes finamente pois gosto de alguma textura crocante.
  • Pode adicionar-se qualquer tipo de carne (picada) que também fica muito bom. O bacon é exemplo disso.
  • Podem usar o molho agridoce e fica muito parecido com os crepes chineses, na minha versão. Eu sei que os crepes chineses são fritos, mas esta é a minha opção que considero mais  saudável: posso ter o prazer de comer algo muito parecido, sem as gordurinhas que se acumulam na anca e a azia que dá depois! Eu guardo-me para a sobremesa!
  • Depois de montarem os crepes podem cobrir com queijo (ao vosso agrado, eu uso mozzarela) e gratinar no forno ou derreter no microondas.
  • Não consegui tirar a foto final, mas prometo que atualizo este post!
Experimentem!