terça-feira, 27 de novembro de 2012

Empadão de Pombo Bravo com cogumelos e tomilho fresco

Aqui por casa aparece muitas vezes carne de caça. É um ingrediente que deve ter alguns cuidados pois tem um sabor mais forte e os chumbos podem facilmente levar a uma ida ao dentista... mas vale bem a pena!

Um estudo científico feito pelo Professor Pierre-Henri Ducluzeau (nutriconista-diabetologista) da Universidade de Angers concluiu que esta carne é a melhor, mesmo quando comparada com o peixe em termos de quantidade de fósforo. É o melhor alimento enquanto fonte de ferro, de potássio e possui menos gordura do que um iogurte natural.

COMO PREPARAR
'A carne de caça tem um aroma intenso, as pessoas julgam, por vezes, que apodreceu, e tem também um sabor intenso.' As carnes de caça têm um sabor inusitado e por isso recomendam-se temperos marcantes: ervas como o zimbro ou o alecrim. 'A carne de caça tem um sabor muito específico e deve, em minha opinião, ser marinada, para quem não gosta de sabor muito agressivo e selvagem. Há pessoas que comem directo, como o meu pai, com os bifes ou veado e assim.' Nunca se deve marinar a carne em recipientes de metal, sobretudo alumínio porque pode alterar o sabor do animal. 'Não temos grande tradição culinária de confecção do veado, mas vamos tendo no javali e temos muita tradição no coelho, na lebre, na perdiz, é algo muito antigo em Portugal e aí não há lições.'
Sugestões: a avestruz lembra o filet mignon e para marinar esta carne pode utilizar um Vinho do Porto na proporção de 100 ml de vinho para um quilo de carne. Para o coelho acrescente cascas de frutas cítricas como o limão ou as ervas fortes como o alecrim, tanto na hora de marinar como quando a levar ao lume.
 
MARINADA BÁSICA PARA CAÇA

Ingredientes: 1 raminho de alecrim; 6 dentes de alho; 2 cebolas; 2 cenouras; 4 folhas de louro; 12 grãos de pimenta preta; sal q.b.; 1 raminho de salsa; 1 raminho de tomilho; 1 litro de vinho tinto

Preparação: Corte os dentes de alho em lâminas finas e pique todas as ervas (menos as folhas de louro) e a cebola. Corte a cenoura descascada em rodelas finas. Misture todos os ingredientes com o vinho. Cubra o fundo de um recipiente com um pouco de molho e disponha as peças de carne limpas. Despeje o molho por cima, cubra com película aderente e reserve em lugar fresco pelo menos 24 horas antes de cozinhar.
 
 
A minha receita de Empadão de Pombo Bravo com cogumelos e tomilho fresco:
 
Ingredientes:
5 pombos bravos (os peitos);
2 folhas de louro;
1 cebola bem grande ou 2 médias picadas grosseiramente;
1 dl de azeite;
3 dentes de alho picados ou esmagados frescos;
2 caldos knorr de galinha;
1 raminho de tomilho fresco (também podem juntar rosmaninho/alecrim/hortelã da ribeira, etc.);
Vinho tinto q.b. (de boa qualidade, entre 500-750ml);
150 g de cogumelos frescos laminados.
 
Num tacho faz-se o refogado com o azeite, a cebola, o alho, o louro e os cubos de caldo Knorr.
Depois de a cebola estar bem translúcida e vidrada junta-se os peitos de pombo e deixa-se "selar" bem a carne a uma temperatura média-alta (no azeite). Quando o exterior estiver com aspeto dourado refresca-se com o vinho e junta-se o tomilho e o sal a gosto. Quando ferver baixa-se o lume para médio e deixa-se cozinhar cerca de 30-45m (eu gosto de deixar mais tempo para a carne ficar bem tenrinha, cerca de 1h). Se necessário acrescenta-se mais vinho e nunca água. Nos últimos 15m junta-se os cogumelos.
 
Serve-se com arroz branco ou outro acompanhamento do vosso agrado.
 
Contudo... como nada se pode desperdiçar e ainda havia bastante pombinho de molho (pois fizemos cerca de 8) fiz empadão com a carne restante:
 
Retiram-se as folhas de louro, e cobre-se o fundo de um pirex com a carne desfiada.
 
 
Tritura-se com a varinha mágica o molho restante, de modo a que se obtenha uma pasta grossa. É possível que se tenha que retirar algum do vinho senão fica muito aguado e depois o empadão fica "empapado".
 
 
Faz-se puré de batata, coloca-se por cima e pincela-se com ovo batido. Leva-se a gratinar a 180ºC, por cerca de 25-30m.
O resultado está à vista...
 
 
 
 
Ficou óptimo e foi feito a partir de sobras de uma outra refeição!
 
Nota: Não fiz a marinada que está acima descrita pois não tive tempo, mas aconselho vivamente a que se faça marinada para esta carne: ainda fica melhor!
 
 
 
 
 
 

Etiquetar e organizar

Para organizar as conservas podemos fazer etiquetas ou pesquisar um pouco pela internet para encontrar verdadeiras maravihas de design.


© Paper Crave
© Martha Stewart
© Merriment Design
© Domestifluff
Se são adeptos de realizar as vossas prendinhas (eu vou aderir a esta nova moda não só porque poupamos uns euros mas também porque oferecemos algo único, nascido da nossa criatividade e carinho por essa pessoa) esta é uma forma de embelezar as vossas compotas e conservas de oferta.
Mas não se limitem... usem-nas para o que vos apetecer, a vossa imaginação é o limite!

Conservas e compotas:
 
Clique aqui para download de etiquetas com estilo mais vintage ou aqui  ou ainda aqui (estas estão em inglês mas com a ajuda de um programa aproriado como o adobe ilustrator, o paint ou qualquer outro que permita alterar imagens pode modificá-las de acordo com as funções que lhes pretende dar). Aqui têm mais algumas possibilidades:

Etiquetas 1
Etiquetas 2
Etiquetas 3
Etiquetas 4
Etiquetas 5
Etiquetas 6
Etiquetas 7 e Etiquetas 8

Licores e vinhos e azeites aromatizados (garrafas):

Rótulo 1
Rótulo 2

Em ambos os rótulos se colocarem o cursor nos títulos vão verificar que podem alterar o nome que pretendem colocar no rótulo.

Nas etiquetas podem imprimir diretamente em papel autocolante e a sua utilização torna-se muito mais fácil.

Aqui encontram um conjunto de cartões de receitas (para organizarem as vossas delícias);

Aqui encontram um conjunto de calendários para vosso uso pessoal;

Aqui encontram um conjunto de etiquetas para embelezar as vossas prendas;

Aqui encontram um conjunto de etiquetas para embelezar as vossas prendas de Natal.

Se tiverem problemas porque o site está em inglês não hesitem em utilizar o tradutor do Google.

Ponham à prova a vossa criatividade e boas organizações!

domingo, 25 de novembro de 2012

Crepes de Legumes

Há uma iguaria nos restaurantes chineses que me levava sempre a voltar ...mas desde que aprendi a fazer estes crepes (fiz várias tentativas para chegar a esta receita do meu agrado) e passei a poupar imenso dinheiro!

Para cerca de 5 crepes:

Recheio:

3 cenouras raladas médias;
1 repolho médio cortado em juliana fina;
150g caixa de cogumelos frescos picados;
100 g de milho;
200 g de presunto picado;
100 g de fiambre picado;
1 cebola média picada;
2 dentes de alho picados finamente;
1 dl de azeite;
1 caldo Knorr de carne;
caril, pimenta e sal q. b.
Quaisquer outros legumes do seu agrado


Num tacho coloca-se o azeite , o alho, a cebola e o caldo Knorr e refoga-se bem. Junta-se a carne e deixa-se fritar um pouco. Adiciona-se  a cenoura e deixa-se refogar mais um pouco.




Juntam-se os restantes legumes todos de uma vez e nunca se pára de mexer até atingirem o ponto de cozedura "al dente". A temperatura a usar deve ser média- alta, pois é como quando se cozinha no wok: rápido e a temperatura elevada.



Massa dos crepes (eu faço em dobro para que sobrem crepes para comer com gelado e chocolate derretido.. eh eh ):

200 ml de leite;
100 g de farinha;
1 ovo;
Pitada de sal;

Coloca-se tudo no copo misturador e bate-se com a varinha mágica ou batedeira.
Com o auxílio de uma concha colocam-se doses de massa na crepeira ou numa frigideira larga e espalha-se a mesma com um "rodo" de madeira ou "rodando" a frigideira.

Aqui encontram um video que vos explica muito bem como fazer crepes. Utiliza uma receita diferente, mas a técnica da frigideira está bem explícita.

Algumas considerações:
  • Eu não pico os legumes finamente pois gosto de alguma textura crocante.
  • Pode adicionar-se qualquer tipo de carne (picada) que também fica muito bom. O bacon é exemplo disso.
  • Podem usar o molho agridoce e fica muito parecido com os crepes chineses, na minha versão. Eu sei que os crepes chineses são fritos, mas esta é a minha opção que considero mais  saudável: posso ter o prazer de comer algo muito parecido, sem as gordurinhas que se acumulam na anca e a azia que dá depois! Eu guardo-me para a sobremesa!
  • Depois de montarem os crepes podem cobrir com queijo (ao vosso agrado, eu uso mozzarela) e gratinar no forno ou derreter no microondas.
  • Não consegui tirar a foto final, mas prometo que atualizo este post!
Experimentem!

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Licor de Morango

Nunca imaginei que fazer licor era tão fácil e podia ser tão recompensador. Julgava que era necessário um conjunto de fases e técnicas de decantação complexas e controladas, enfim... e afinal é a coisa mais simples que já fiz...
 
Este verão que passou, para variar, vieram da horta morangos maravilhosos (o marido já anda a preparar a colheita do próximo ano, dispondo novos pés de morango e renovando as reservas da terra) que nos fazem redescobrir o prazer de comer morangos.! Depois de comermos aqueles que não levam químicos, nem são colhidos antes de época descobrimos que o que andámos a comer até hoje era um fraco substituto para o dito cujo!
 
Assim, este ano fiz doce de morango (que já desapareceu), salada de fruta, morangos com chantilly e ... Licor de morango.
 
Para o ano vou experimentar fazer conserva de morango e depois conto-vos o resultado.
 
Licor de Morango:
 
500 g de morangos (lavados e sem pé)
500 ml de aguardente
500 ml de água
400 g de açúcar
 
Colocam-se os morangos com a aguardente, num frasco de boca larga. Deve ficar um pouco de espaço no frasco. Dia sim, dia não e durante 17 dias deve mexer/dar umas voltas ao conteúdo do frasco. Passado esse tempo coa-se o conteúdo do frasco para uma tigela. Leva-se ao lume o açúcar com a água e mexe-se em lume brando até se obter uma calda ligeira (o aquecimento é praticamente só para dissolver o açúcar) e junta-se ao conteúdo anterior. Deita-se em garrafinhas (eu gosto daquelas mais antigas com formato vintage, se possível) e deixa-se descansar cerca de 2 meses. 

Quanto mais tempo descansar melhor fica.

 
 
A aguardente também não podia ser outra coisa senão caseira. Veio da casa do sogro que recebeu de alguém prendado nestes afazeres.
 
Podem fazer de muitos tipos: canela, maçã, cereja, amora, bailey's, mirtilo, etc.
Tudo o que experimento é feito, preferivelmente, de frutos excedentes da horta, pois é biológico, o resultado é sempre melhor (chego a ficar muito surpreendida com diferença) e é uma forma de aproveitar.
Imaginem só o requinte de oferecer aos vossos amigos algo desta natureza, feito por vós! Um must eh eh! 
 
A aguardente também não podia ser outra coisa senão caseira. Veio da casa do sogro que recebeu de alguém prendado nestes afazeres.
 
O resultado só pode ser sublime... Experimentem!

domingo, 18 de novembro de 2012

Queques rechedos com Nutella

Ok... eu sei... para usar Nutella deve ser a preguiça a pesar... mas olhem que não! Até sou bastante avessa a estas coisas (mais processadas) mas os gelados do Mc Donald's e a Nutella são duas coisas pelas quais não consigo ter muito controle... quando fazemos crepes quentes em casa, então é que a Nutella não pode mesmo faltar!

A receita retirei daqui mas fiz apenas metade, pois cá em casa somos só dois (a pequenita ainda não come destas coisas) e meio quilo de açúcar, confesso, faz-me sentir demasiado culpada quando os comer!
Também fiz algumas alterações..

Queques de limão recheados com Nutella:

250g de açúcar (usei amarelo);
250g de farinha;
6 ovos;
150ml de leite;
150g de manteiga (derretida);
Raspa de 1 limão (grande) ou essência;
1 colher de chá de fermento em pó.

Bate-se o açúcar com a manteiga até se obter um creme leve e fofo. Sem parar de bater acrescenta-se um ovo de cada vez, a raspa de limão e o leite. Junta-se o fermento à farinha, peneira-se  e envolve-se na massa sem bater.
Derrete-se um pouco de manteiga e unta-se pequenas forminhas com a ajuda de um pincel.
Se preferir também pode usar papel vegetal para melhor desenformar e obter uma cozedura mais delicada. Se usar uma forma de silicone não necessita de realizar estes passos bastando colocar a massa diretamente na mesma.
Eu usei forminhas de papel em vez do papel vegetal (pois tinha à mão e queria experimentá-las).
 
E aqui está...
 
 
 
 
Aqui ficam aqueles que deixei ficar simples.
 


 Espero que gostem!



quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Massa de alho

Aqui está uma coisa muito simples de fazer, é útil e poupa-nos tempo e dissabores (odeio aquele cheiro que fica nas mãos de cada vez que precisamos de descascar 1 ou 2 míseros alhos).

Basta comprar (no meu caso o meu marido semeou e muitos também vieram do Norte, da casa do meu sogro) uma boa quantidade de alho e descascá-los. Colocam-se na picadora com um fio de azeite e reduzem-se ao nosso gosto. Colocam-se num frasco previamente esterilizado de modo a encher todo o frasco (para a conservação esta questão é importante, pois menos espaço = menos ar, logo menor possibilidade de vir a estragar-se) e preenche-se o topo com azeite de modo a formar uma capa protetora.

Aqui fica:



E o mais importante: SEM CORANTES, NEM CONSERVANTES!

Experimentem!



quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Calda de tomate..para que te quero!

No nosso palco gastronómico, o tomate é sem dúvida um ator que não pode faltar num sem número de receitas. Se isto é verdade, também o é que não pode faltar na despensa de qualquer pessoa que cozinhe.

Não sei como vocês fazem a organização e gestão da vossa economia doméstica mas dei por mim a concluir que um dos produtos que era uma constante na lista de compras (e nas contas...) era o tomate enlatado e a polpa de tomate.

Pior: eu desperdiçava uma grande parte, pois sou muito receosa de tudo o que tenha mais do que 2 ou 3 dias no frigorífico (coisas com leite, então nem se fala) e muitas vezes não usava a lata de tomate na totalidade ou abria um pacotinho de polpa de tomate só para usar uma ou duas colheres de sopa.

Foi assim que as minhas cunhadas me sugeriram o que elas já tinham experimentado: fazer a nossa própria calda de tomate. Pus-me a pensar e pesquisei um sem número de blogs de pessoas muito atentas ao desperdício e que também têm preocupações em poupar ou só por comer melhor.

Consultei o meu livro das conservas (o qual já mencionei aqui no blog) e falei com o meu marido para que providenciasse o tomate!
 
A função dele era semear, no terreno que temos, o dito cujo para que depois pudéssemos fazer as conservas. O comprado não tem comparação com aquele que produzimos que é muito mais doce e tenro. O de compra é rijo e não sabe a nada. Parece borracha!
 
Então, fizemos assim:
 
1º Pedimos ao dono de um café local que nos guarda-se as garrafinhas de compal. Retirámos os rótulos, lavámos e esterilizámos as garrafinhas.
 
2º Para fazer a calda existem duas possibilidades (uma fica mais versátil que a outra, pois pode-se utilizar de forma mais variada):
 
1ª calda:
 
Para 1kg de tomate (escaldado e pelado e aos pedaços);
1 cebola média picada;
4 dentes de alho inteiros;
1 folha de louro;
fio de azeite;
1 caldo knorr económico;
sal q.b.;
outras especiarias de que gostem
 
Faz-se um refogado com todos os ingredientes com a excepção do tomate e do sal. Quando a cebola estiver bem vidrada junta-se o tomate e deixa-se reduzir, em lume brando, até se obter um molho de tomate bem apuradinho. Retifica-se o sal e restantes temperos e tritura-se tudo com a varinha mágica. 
 
 
 
2ª calda:
Para 1kg de tomate (escaldado e pelado e aos pedaços);
4 dentes de alho inteiros;
1 folha de louro;
fio de azeite;
1 caldo knorr económico;
sal q.b.;
outras especiarias de que gostem.
 
Aquece-se o azeite com todos os ingredientes com excepção do tomate e do sal. Ao fim de 3-4 minutos retira-se o louro e o alho para fora e coloca-se o tomate. Deixa-se cozinhar apenas 15minutos em temperatura média e apaga-se. Tritura-se com a varinha mágica.
 
Após esterilizadas as garrafinhas, enchem-se e faz-se o processo de vácuo e ficam viradas para baixo de um dia para o outro. Considero que as garrafinhas compal são as mais indicadas pois a sua tampa tem aquele ponto ao centro que podemos verificar se ficou para baixo, pois é sinal de que a garrafa ficou em vácuo e que o processo funcionou.


Este é o resultado final (para o ano faço fotos de todo o processo.. ou quem sabe até um vídeo..).

Como podem ver existem duas tonalidades pois é uma de cada tipo de calda.

A 1ª calda (cor laranja) é um refogado autêntico que podem colocar no tacho para fazer uma bolonhesa ou em menor quantidade para um guisado, para uma pizza, etc. e a segunda (cor vermelha) é só tomate que não foi muito "trabalhado" e serve para adicionar em receitas em que apenas quero adicionar tomate. Esta última é mais versátil, mas convenhamos... com o pouco tempo que temos acabo por usar muito mais a 1ª calda.

Para o ano vou deixar algumas garrafinhas cujos pedaços de tomate ficam inteiros. Existem receitas em que gosto de sentir o tomate.

Fiz cerca de 50-60 garrafinhas para 1 ANO INTEIRO de uso. Se cada uma contar como uma lata de tomate enlatado, multipliquem e vejam só o que podem poupar, e comendo melhor.

Se não puderem produzir o tomate, hoje em dia todos os locais têm mercados semanais ou mensais. Procurem aquelas pessoas que não vos oferecem toda a parafernália de frutas e legumes e sim aqueles que têm poucos, mas cultivados por si mesmos, da época. Negoceiem 2/3 caixas a um preço mais em conta e vão em frente!