A minha filha é muito esquisita com a comida...eu tento todos os dias variar a alimentação e fazer com que ela coma e aquilo que ela já conhece até vai. O problema é que ela recusa-se a experimentar novos alimentos! Fico assim, muitas vezes limitada, a fazer as receitas dos pratos que ela até come com gosto.
Nos doces não fico muito preocupada pois não lhe fazem falta nenhuma e ela adora chocolate, gomas e bolo de arroz/queques (Curiosamente só introduzi o chocolate... o resto foi tudo fruto de infectários e escolinhas onde as invariáveis e intermináveis festinhas de aniversário proliferam!).
Estando saturada de bolo de chocolate, lá fui eu à procura de outra receita que ela gostasse em que eu pudesse fazer finta ao dito cujo. Pensei nos bolos de arroz, mas como sou uma pessoa prática e despachada não só não me apetecia andar a untar formas de queques como também só ficariam altos e bonitos como os da pastelaria se fossem feitos com uns aros específicos, que eu não tenho.
Fiz então este Bolo de Arroz, versão XL, em forma de buraco para beber com um belo cafézinho ou chá e que ficou uma iguaria! É tal e qual os bolos de arroz mas muito mais prático. Fico eu e a pequena contentes eh eh...
Bolo de Arroz XL
Ingredientes:
3 ovos grandes;
1 copo de iogurte natural (eu usei a versão bio do Lidl pois não usamos muito iogurtes naturais e estes podem comprar-se à unidade. Também podem comprar iogurte de baunilha e omitir o extrato de baunilha);
2 copos (medida do iogurte) de açúcar + açúcar para polvilhar q.b.;
1 copo de farinha de trigo com fermento;
2 copos de farinha de arroz,
1 colher de chá de aroma ou extrato de baunilha;
1 copo de óleo alimentar;
1 colher de chá de fermento em pó royal.
Preparação:
Comecem por untar e polvilhar com farinha uma forma com buraco.
Batam os ovos, com o iogurte, o extrato de baunilha e o açúcar até obter um creme homogéneo. Juntem o óleo e um copo de farinha de arroz peneirada e voltem a misturar (se usarem uma batedeira elétrica a partir daqui devem passar a envolver com uma colher). Acrescentem o outro copo de farinha de arroz peneirada e voltem a envolver.
Por fim, acrescentem o copo de farinha de trigo com o fermento, mais uma vez peneirados somente até obterem uma mistura homogénea (não batam demais para não desenvolver o glúten do trigo) e despejem na forma.
Uma vez na forma polvilhem abundantemente a superfície com açúcar. O suficiente para obter aquela crosta deliciosa e característica dos bolos de arroz.
Levem a cozer a 180 graus por cerca de 35 minutos.
A farinha de arroz é facilmente encontrada na secção das farinhas do supermercado.
Também encontrei o video da receita dos bolos de arroz da La Dolce Rita que achei muito interessante e me ajudou a encontrar a consistência certa para este tipo de massa.
Experimentem pois foi um sucesso e vai aparecer cá por casa muitas mais vezes!
Sempre tive gosto pela virtude inerente ao que é tradicional... Genuíno no sabor e no conforto que oferece à alma.
sábado, 18 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
Nega maluca
Este é um doce/bolo que encontrei no Vblog "As receitas da Cris" (You tube).
A minha pequenita está doentinha (aliás...com estas trocas e baldrocas de temperaturas, quem não está!?) e ela é louca por bolos de chocolate. Queria fazer algo decadente mas que não me levasse 3 dias a confeccionar...mesmo porque estava cansada de uma noite passada à beirinha dela e estava com desejos..eh eh.
A minha pequenita está doentinha (aliás...com estas trocas e baldrocas de temperaturas, quem não está!?) e ela é louca por bolos de chocolate. Queria fazer algo decadente mas que não me levasse 3 dias a confeccionar...mesmo porque estava cansada de uma noite passada à beirinha dela e estava com desejos..eh eh.
Então vamos lá!
Ingredientes:
1 chávena de chá de açúcar;
1 chávena de chá chocolate em pó;
2 ovos inteiros;
2 chávenas de chá de farinha de trigo;
1 colher de sopa de fermento em pó;
1 chavena de chá de água;
1 chávena de chá de óleo alimentar;
Manteiga q.b. para untar a forma e farinha q.b. para polvilhar.
1 chávena de chá chocolate em pó;
2 ovos inteiros;
2 chávenas de chá de farinha de trigo;
1 colher de sopa de fermento em pó;
1 chavena de chá de água;
1 chávena de chá de óleo alimentar;
Manteiga q.b. para untar a forma e farinha q.b. para polvilhar.
Cobertura:
200g de chocolate para culinária em barra;
1 pacote de natas (200ml);
30 ml leite;
Granulado de chocolate.
Bata os ovos, o açúcar, e o chocolate. Numa caçarola aqueça a água e o óleo até ferver. Acrescente a farinha e misture ligeiramente. Junte a mistura da caçarola (ainda quente) a este preparado e mexa bem até ficar homogéneo. Deite o preparado num tabuleiro 30x30 untado e polvilhado com farinha e leve ao forno pré aquecido a 180 graus, durante cerca de 15 a 20m.
Uma vez cozido, e ainda quente, corte em quadrados sem desenformar. Atenção que este bolo não fica bem se desenformado pois não tem consistência para este efeito. É um bolo que fica quase uma sobremesa de colher. É ótimo para levar para uma festa mas considere que pode não trazer a forma no próprio dia para casa :) mas duvido!).
Para a cobertura, numa caçarola aqueça as natas e o leite até ficarem bem quentes (também pode fazer no microondas). Junte o chocolate em barra, partido em pedaços e mexa até ficar homogéneo, bem ligado.
Cubra o bolo com este preparado e polvilhe com granulado de chocolate (ou coco ralado, ou raspas de chocolate, ou amêndoa torrada, enfim..o que gostarem mais).
Juntem uma boa lareira, uma mantinha, um bom filme (no meu caso...animação infantil) e aproveitem o que há de bom na vida!
Uma vez cozido, e ainda quente, corte em quadrados sem desenformar. Atenção que este bolo não fica bem se desenformado pois não tem consistência para este efeito. É um bolo que fica quase uma sobremesa de colher. É ótimo para levar para uma festa mas considere que pode não trazer a forma no próprio dia para casa :) mas duvido!).
Para a cobertura, numa caçarola aqueça as natas e o leite até ficarem bem quentes (também pode fazer no microondas). Junte o chocolate em barra, partido em pedaços e mexa até ficar homogéneo, bem ligado.
Cubra o bolo com este preparado e polvilhe com granulado de chocolate (ou coco ralado, ou raspas de chocolate, ou amêndoa torrada, enfim..o que gostarem mais).
Juntem uma boa lareira, uma mantinha, um bom filme (no meu caso...animação infantil) e aproveitem o que há de bom na vida!
sábado, 16 de janeiro de 2016
Deixo-vos aqui uma dica de um ebook que está a ser disponibilizado (gratuitamente) pelo LIDL aqui.
Não só tem imensas dicas de como conservar estas maravilhas da natureza, como são um bom começo para uma alimentação com menos sal e uma alternativa à cura de muitas maleitas!
Enjoy!
Não só tem imensas dicas de como conservar estas maravilhas da natureza, como são um bom começo para uma alimentação com menos sal e uma alternativa à cura de muitas maleitas!
Enjoy!
Bolo Rainha (frutos secos) Caseiro
O Natal foi e veio e faltava partilhar convosco algumas das receitas que são tão características desta época ...o bolo rei, o folar, a aletria, os chocolates, as filhozes.. enfim.
Desde que experimentei nunca mais comprei o bolo rainha na pastelaria. Não é que não seja bom, simplesmente o meu fica tão bom quanto aquele e fica bem mais em conta. Nos tempos atuais este também é um ponto a ter em conta ...
Como agora tenho a MFP o trabalho fica bem mais facilitado.
Coloco os ingredientes na cuba e coloco no programa "massa". Depois é só fazer a forma de uma argola, colocar num tabuleiro cobrir com frutos secos e gila e levar ao forno a 180 graus, pelo tempo necessário (aquele que for necessário pois cada forno é um forno)
Desde que experimentei nunca mais comprei o bolo rainha na pastelaria. Não é que não seja bom, simplesmente o meu fica tão bom quanto aquele e fica bem mais em conta. Nos tempos atuais este também é um ponto a ter em conta ...
Como agora tenho a MFP o trabalho fica bem mais facilitado.
Coloco os ingredientes na cuba e coloco no programa "massa". Depois é só fazer a forma de uma argola, colocar num tabuleiro cobrir com frutos secos e gila e levar ao forno a 180 graus, pelo tempo necessário (aquele que for necessário pois cada forno é um forno)
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Maçãs assadas
Estamos na época das maçãs... e agora vocês perguntam... o quê?! Mas eu como maçãs o ano inteiro?!...Pois é... mas não SABEM BEM o ano inteiro!
Infelizmente, e não me canso de repetir, uma das principais razões de estarmos sujeitos ao consumo de tantos químicos e pesticidas é o facto de haver uma demanda tão grande por produtos que naturalmente não existem o ano todo. Queremos morangos em dezembro, melão em março, pêssegos em outubro, castanhas para o assado da Páscoa. Enfim...A indústria corresponde àquilo que o público procura e como tal, somos nós que decidimos o que queremos encontrar, no futuro, no supermercado.
Se nos perguntassem se queríamos comer a maçã (envenenada) da Branca de Neve, desde tenra idade sabemos a resposta: NÃO! Mas agora em adultos, em boa consciência, ainda PAGAMOS para comê-la... Não nos podemos abster de consumir alguns dos químicos (que até nos produtos de época existem para maximizar produções) mas podemos tentar comer o mais biológico possível.
E podemos começar por ir aos mercados, praças e feiras locais onde muitos dos pequenos produtores vendem aquilo que conseguiram produzir com poucos ou mesmo nenhuns químicos. Podemos aproveitar a varanda para construir uma pequena horta. Escolher produtos de época pois seguramente tudo o que não o é teve um "custo"; e ainda conservar e transformar os produtos que adquirimos naquela altura ideal para, aí sim, consumi-los o ano inteiro.
Estamos na época das maçãs.
E eu tenho a sorte de receber regularmente uns bons saquinhos delas que vêm da horta do sogro, ideais, entre outras coisas, para assar!
Faço assim:
Maçãs lavadas e descaroçadas ( deixem ficar a casca) q.b.;
Mel q.b.;
Canela em pó.
Mel q.b.;
Canela em pó.
Coloquem as maçãs num tabuleiro que possa ir ao forno. Distribuam cerca de 4 colheres de sopa de mel por cima das maçãs, em fio, e polvilhem com canela.
Vai ao forno a 180 graus durante cerca de 30m.
Dicas:
- Adocem com o mel a vosso gosto. A quantidade que referi é só a "minha" quantidade ideal;
- Para as maçãs nao rebentarem façam uns "riscos" com a faca, de cima a baixo, na casca da maçã. Não é essencial é apenas para que esteticamente fiquem mais bonitas.
Excluí o açúcar por ser um alimento refinado que acho importante substituir sempre que possível. Além disso, o mel sendo um anti inflamatório natural de relevo deve ser introduzido na nossa alimentação com algum interesse.
Ficaram óptimas espero que gostem da sugestão!
domingo, 1 de novembro de 2015
Gamboas...ou marmelos, para que vos quero!!
É época de marmelos e por isso... de fazer marmelada. Existe uma crescente preocupação com o consumo (ou melhor dizendo...para a redução do consumo) de alimentos processados sendo que a manteiga, o fiambre, o chouriço são alguns deles...
Ainda que recentemente tenha saído na comunicação social que a OMS (Organização Mundial de Saúde) recomenda um consumo limitado de alguns destes produtos tenho cá para mim que os enchidos feitos no seio familiar não se enquadram nesta conclusão. Mesmo porque são os conservantes, edulcorantes, intensificadores de sabor e outros dos tais que nos prejudicam a saúde e... convenhamos... a avózinha da aldeia no monte (felizmente) nunca se socorreu desse tipo de "magias" para que toda a família a acompanhasse na merenda de uma boa alheira ou chouriça em redor de uma boa fogueira.
Assim, e deixando as divagações...esta é só mais uma proposta para largar o processado na hora da merenda, alargando o nosso leque de alternativas.
Ingredientes:
1,800 kg marmelos descascados e aos pedaços;
800g açúcar;
2 paus canela;
2 cascas de limão;
800g açúcar;
2 paus canela;
2 cascas de limão;
Preparação:
Deixem no frigorífico, de um dia para o outro, todos os ingredientes a macerar.
No dia seguinte, colocar a mistura a cozinhar em lume brando até atingir uma cor castanha alaranjada ou fazer ponto de estrada.
Deixem no frigorífico, de um dia para o outro, todos os ingredientes a macerar.
No dia seguinte, colocar a mistura a cozinhar em lume brando até atingir uma cor castanha alaranjada ou fazer ponto de estrada.
Enjoy!
terça-feira, 18 de agosto de 2015
Ervas aromáticas "verdadeiras"
Quem quer comer bem e ainda poupar uns trocos, é ao longo do ano que tem que pensar nisso... Em junho é epoca de fazer uns belos passeios pelo campo e ...apanhar oregãos!
Se os cultivados em casa são bons...experimentem os que se apanham no campo...são maravilhosos!!
Eu costumo apanhá-los em quantidade suficiente para o ano inteiro guardando-os numa caixa de cartão, pendurados. Fecho a caixa para que fiquem em local escuro e seco e vou gastando ao longo do ano. Garantidamente, nunca mais vão esquecer o cheiro e o sabor do original oregão do campo! Nunca mais vão querer outra coisa!
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Uma coroa diferente!
Muitos foram os dias que passaram sem me dedicar a este cantinho..dias demais! Desta vez trago-vos uma ideia feita pela minha cunhada.
Cá em casa até nos ajeitamos nas manualidades e de vez em quando saiem umas coisas jeitosas.. eh eh.
A ideia é irem-se comendo os rebuçados ao longo do ano ou no dia de reis (como preferirem) até não haver mais coroa.
Basta fazerem um aro com um arame de grossura média e depois atarem os rebuçados em fila a um fio de pesca. Façam por porçoes e vão atando até terem uma coroa bem cheia. No fim atem um lacinho bonito et voilá não comam os rebuçados todos antes de os colocarem na coroa.. eh eh
Façam com os miúdos que é diversão garantida nestas férias merecidas.
Feliz Natal!
Cá em casa até nos ajeitamos nas manualidades e de vez em quando saiem umas coisas jeitosas.. eh eh.
A ideia é irem-se comendo os rebuçados ao longo do ano ou no dia de reis (como preferirem) até não haver mais coroa.
Basta fazerem um aro com um arame de grossura média e depois atarem os rebuçados em fila a um fio de pesca. Façam por porçoes e vão atando até terem uma coroa bem cheia. No fim atem um lacinho bonito et voilá não comam os rebuçados todos antes de os colocarem na coroa.. eh eh
Façam com os miúdos que é diversão garantida nestas férias merecidas.
Feliz Natal!
segunda-feira, 17 de março de 2014
Quando faço rissóis sobra sempre um pouco de massa (ou recheio)...
Nada se desperdiça e por isso (se as farturas são feitas na mesma base) porque não inventar um pouco... e inventar...foi assim que apareceram grandes pitéus...eh, eh...e não é que desapareceram num instante!!
Argolas rápidas:
A massa dos rissóis é feita da seguinte forma:
400g de farinha;
600ml de água;
100g de manteiga;
uma pitada de sal;
uma casca de limão.
Leva-se todos os ingredientes ao lume, com exceção da farinha. Quando a manteiga estiver derretida junta-se a farinha e mexe-se vigorosamente até obter-se uma massa que descole do tacho. Atenção que esta operação deve ser feita em lume brando e é muito rápida. Deita-se a massa em cima de uma superfície de pedra e amassa-se tudo muito bem.
Adaptação: Para fazer as argolas junta-se à água 100-150g de açúcar (no meu caso acrescentei à massa já amassada).
Moldam-se as argolas e leva-se a fritar em óleo abundante. Polvilha-se com canela e açúcar, ainda quentes.
Para um dia frio de inverno com um belo café... à lareira...huuummm! Delicioso!
sábado, 31 de agosto de 2013
A nossa Horta ...
Não tenho tido oportunidade de partilhar convosco a horta do marido e as experiências que temos feito para obter a melhor matéria prima possível para todas as conservas e receitas que vou fazendo aqui por casa.
Não somos experts e há muita coisa que parece mesmo digno de um curso!
Por exemplo: há três anos que tentamos cultivar melões e nunca conseguimos obter um fruto que se diga que é muito bom! Já as melancias estão à vista e são mesmo divinais.
Também semeámos meloas e apesar de este ter sido mais um ano de teste (pois também era um fruto difícil) o marido já percebeu o que deve fazer para saírem bem doces (este ano já obtivemos algumas muito boas).
Também semeámos o tomate da praxe para fazer a calda (entretanto podem espreitar esse post que atualizei com fotos passo a passo).. deu tanto que até se estraga no arbusto...e ainda semeou tomate-cherry que lhe disseram ser um fruto fácil de "pegar" e que se reproduzia em larga escala.
Ainda disse ao marido que não apreciava, uma vez que era muito ácido, mas ele decidiu experimentar. E não é que cada vez mais me convenço de que a nossa sociedade leva-nos, cada vez mais, a ter uma visão deturpada das coisas. E acerca de algo tão básico como os alimentos: o fruto até é bastante doce, mas o que compramos ou comemos em saladas de restaurantes (que também são de compra) são tão ácidos que nos leva a ter uma ideia do alimento que não é real!
Gostei bastante e faz umas saladas tão bonitas e diferentes..
Também semeou cebolas, alhos, batatas, salsa, coentros, alfaces, courgette, beringela e pimentos.
Resultado: de cada vez que o marido vai à horta vem com o cesto cheio e é uma sorte poder encher o frigorífico com produtos maravilhosos e saborosos.
Confesso que foi somente, após começarmos a nossa horta, que comecei a perceber melhor os sinais de um fruto/legume de boa qualidade. Muitas das características que atualmente procuramos são falsas (exemplo: castanhas grandes vs. pequenas (esta variedade é muito mais doce e saborosa)/ alface (rija e grande vs. pequena e molinha (a alface não é por natureza rija, mas sim bastante tenra e molinha).
Também ajuda a entender quais os produtos de época. Se queremos os melhores resultados cedo devemos compreender que o melhor é usar os produtos de época pois só nessa altura estão no seu melhor.
Entretanto, ando com umas ideias doidas(??) de fazer licor de melancia e gelado de melancia... vamos ver se terei tempo para tudo. eh eh..
Figos Secos
Este ano tentei secar figos... após uma pesquisa pela internet e livros sobre o assunto, percebi que existem vários métodos:
A secagem ao ar e a secagem no forno.
tentámos as duas, mas só a que foi feita no forno produziu bons resultados...
No entanto foram necessários 4 dias, e 1 a 2 horas de forno em cada um deles, para chegar a este resultado. Se temos tantos figos e na terra natal todos secam figos "com uma perna às costas" pensámos...não deve ser assim tão difícil...pois é.. só no forno resultou e ainda é uma ciência para aperfeiçoar, pois neste método não ganhamos para a conta da eletricidade! eh eh.
Contudo, ficaram muito bons!
Ainda não acabámos as experiências neste campo, pois isso este será um assunto que voltarei para atualizar e partilhar convosco os resultados!
Tarte Simples de Maçã:
Um dia destes precisei de uma sobremesa rápida e saborosa para levar para casa dos cunhados...
Como gosto de cozinhar aproveito estes momentos para fazer aquelas coisas que já andava para experimentar há algum tempo.... Não! não! não faço dos meus conterrâneos as cobaias... eh eh, simplesmente aproveito para não engordar sozinha com o marido!
Desta feita fiz
Tarte Simples de Maçã:
1 massa quebrada;
2 pudins de baunilha instantâneo (também podem fazer com creme de pasteleiro);
Açúcar q.b.;
1L de leite;
1 pau de canela;
1casca de limão;
2-3 maçãs médias.
Se querem dar um toque especial a qualquer pudim instantâneo juntem-lhe um pau de canela e uma casca de limão. Vão ver que ninguém acredita que é de compra.
Forrem uma tarteira com a massa quebrada e piquem-na com um garfo (a ideia é que coza mais facilmente e toda por igual).
Façam o pudim seguindo as instruções da embalagem, mas quando estiverem a aquecer o leite juntem a canela e o limão.
Dica: para que um pacote de canela dure mais, partam um pedaço do pau de canela. Um pau de canela dura bastante e para este tipo de receita basta um pedaço para dar o gosto. Não só obtêm o mesmo resultado, como economizam na canela.
Descasquem as maçãs em quartos e fatiem-nas finamente.
Coloquem o preparado de pudim na tarteira e cubram com a maçã. Polvilhem com açúcar e levem 25-30m a forno aquecido a 200 graus.
Gosto pouco de usar produtos do tipo "instantâneo", mas considero que não faz sentido eliminar a palavra do nosso dicionário... antes devemos aprender a doseá-la no nosso dia a dia. Neste dia estava com pressa, sem nada planeado e assim o instantâneo foi a solução ideal. Contudo, sempre que posso prefiro fazer os recheios "de raiz" pois é cem vezes melhor!
Et voilá!
Bem bom! e muito simples!
Tarte Rápida de Fiambre e Tomate:
Um dia destes estava sem saber o que fazer para o jantar...e sabendo que não tinha descongelado nada para fazer, abri o frigorífico e pus-me a pensar o que podia fazer com o que tinha lá dentro..
Comecei recentemente uma nova atividade profissional e não tenho tido muito tempo para mais que não seja trabalhar e tratar do marido e da pequena e por isso tive mesmo que dar azo à imaginação!
Assim, encontrei uma massa quebrada e queijo mozarrella, o resto foi por acréscimo!
Nasceu então algo que vou, com toda a certeza, repetir! Ficou muito bom e mais fácil não há!
Tarte Rápida de Fiambre e Tomate:
1 massa quebrada;
2 tomates médios;
100g de queijo mozarrella;
70g de fiambre (5-6 fatias de fiambre) desfiado;
1 lata de cogumelos (se tiverem frescos, melhor);
3 ovos;
100ml de leite;
sal e pimenta q.b.;
orégãos q.b.;
Comecei recentemente uma nova atividade profissional e não tenho tido muito tempo para mais que não seja trabalhar e tratar do marido e da pequena e por isso tive mesmo que dar azo à imaginação!
Assim, encontrei uma massa quebrada e queijo mozarrella, o resto foi por acréscimo!
Nasceu então algo que vou, com toda a certeza, repetir! Ficou muito bom e mais fácil não há!
Tarte Rápida de Fiambre e Tomate:
1 massa quebrada;
2 tomates médios;
100g de queijo mozarrella;
70g de fiambre (5-6 fatias de fiambre) desfiado;
1 lata de cogumelos (se tiverem frescos, melhor);
3 ovos;
100ml de leite;
sal e pimenta q.b.;
orégãos q.b.;
Forrem uma tarteira com a massa quebrada que devem picar com um garfo. (a massa quebrada desenrola melhor, à temperatura ambiente).
Numa tigela, batam o queijo, o fiambre, os cogumelos, os ovos, e o leite, com uma vara de arames (eu coloquei na liquidificadora). Temperem com o sal, a pimenta e os orégãos ao vosso gosto e deitem o preparado na tarteira.
Cortem o tomate em rodelas finas e disponham por cima da tarte. Levem ao forno a 200 graus, por cerca de 20-25m.
Ficou ótima! ou será que a fome é que era muita?!
sábado, 4 de maio de 2013
Tarte de Nata Simples
Hoje partilho convosco uma tarte de nata maravilhosa e super simples de fazer.
Esta receita também suja pouca loiça (o que é sempre positivo) e tem pouca margem para erros.
Vamos aos ingredientes:
1 base de massa folhada de compra;
1 lata de leite condensado;
3 medidas da lata de leite condensado em leite;
3 ovos médios;
1 casca de limão grande, sem parte branca;
1 pau de canela;
2 colheres de sopa de farinha maizena.
O resultado...é
Esta receita também suja pouca loiça (o que é sempre positivo) e tem pouca margem para erros.
Vamos aos ingredientes:
1 base de massa folhada de compra;
1 lata de leite condensado;
3 medidas da lata de leite condensado em leite;
3 ovos médios;
1 casca de limão grande, sem parte branca;
1 pau de canela;
2 colheres de sopa de farinha maizena.
Num tacho mistura-se o leite condensado com o leite. Adicionam-se os ovos e a farinha maizena e volta-se a misturar. Leva-se o tacho ao lume e junta-se a casca de limão e o pau de canela. Mexe-se até engrossar.
Forra-se uma tarteira com a massa folhada, picando a massa com um garfo. Deita-se o preparado na tarteira e leva-se a forno aquecido a 180 graus por cerca de 25-30m.
O resultado...é
Para amantes de pastel de nata na sua versão miniatura esta receita também é possível. Contudo, para que fique o mais parecido possível com a versão tipo pastelaria será necessário congelá-lo primeiro e depois com o forno aquecido na potência máxima colocá-los sem descongelar, diretamente no forno.
Será o choque térmico que poderá levar a que esta versão miniatura possa ficar o mais parecida possível com a versão habitual. Este processo é necessário pois as natas de pastelaria são feitas em fornos que permitem temperaturas de mais de 300 graus o que nas nossas cozinhas não é possível.
Assim, o choque térmico tenta recriar uma diferença de temperatura suficientemente grande para recriar este processo. Tentem e poderão surpreender-se a vós a aos amigos!
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Bolo de Iogurte (húmido)
Nada como um dia de chuva para nos convidar a fazer um bolinho caseiro para beber com um belo capuccino enquanto nos enrolamos numa mantinha junto à lareira. Ah! e não menos importante para completar este cenário: um belo filme de domingo à tarde...
Bolo de Iogurte:
2 iogurtes de aroma com 125g cada (costumo usar de coco e morango e fica divinal);
3 copos de iogurte de açúcar;
4 copos de iogurte de farinha;
Meia colher de chá de fermento seco, para MFP;
3 ovos;
Meio copo de iogurte de óleo;
Margarina para untar e papel vegetal para forrar a forma.
Coloquem os iogurtes, os ovos, e o açúcar e batam. Sem parar de bater adicionem o óleo, a farinha e o fermento. Deitem o preparado numa forma com buraco forrada e untada com margarina. Levem a forno aquecido a 180ºC, durante cerca de 30-35m (confirmem a cozedura com um palito. Quando sair limpo está cozido).
Hoje em dia não se justifica comprar 10 saquetas de capuccino por um preço exorbitante. Gasta-se num instante e a qualidade não justifica o gasto.
Porque não fazerem o vosso próprio capuccino?
Podem usar esta receita que encontrei neste blog maravilhoso.
Preferem Chocolate quente?
Sem problemas! Aqui têm uma receita, que também é muito boa.
Depois é só escolherem um bom filme, companhia a condizer e desfrutar!
Bolo de Iogurte:
2 iogurtes de aroma com 125g cada (costumo usar de coco e morango e fica divinal);
3 copos de iogurte de açúcar;
4 copos de iogurte de farinha;
Meia colher de chá de fermento seco, para MFP;
3 ovos;
Meio copo de iogurte de óleo;
Margarina para untar e papel vegetal para forrar a forma.
Coloquem os iogurtes, os ovos, e o açúcar e batam. Sem parar de bater adicionem o óleo, a farinha e o fermento. Deitem o preparado numa forma com buraco forrada e untada com margarina. Levem a forno aquecido a 180ºC, durante cerca de 30-35m (confirmem a cozedura com um palito. Quando sair limpo está cozido).
Hoje em dia não se justifica comprar 10 saquetas de capuccino por um preço exorbitante. Gasta-se num instante e a qualidade não justifica o gasto.
Porque não fazerem o vosso próprio capuccino?
Podem usar esta receita que encontrei neste blog maravilhoso.
Preferem Chocolate quente?
Sem problemas! Aqui têm uma receita, que também é muito boa.
Depois é só escolherem um bom filme, companhia a condizer e desfrutar!
Penne de Frango Gratinado em Mozzarela
Hoje trago-vos uma receita para aproveitarem frango assado. De todas as vezes que vou comprar frango, meio é sempre pouco e um frango é sempre demais. Mais ainda quando fui ao Happy Grill e ofereceram-me um frango na compra de outro !
Eh, eh... é sempre agradável, mas só compensa se não deixarmos estragar nada!
Esta é uma das matérias-primas mais versáteis. O frango já está cozinhado e tem um tempero bem apurado que é meio caminho andado para um bom resultado em qualquer receita.
Assim, hoje fiz:
Penne de Frango Gratinado em Mozzarela
100g de cogumelos frescos laminados;
2 dentes de alho picados,
1 cebola média picada;
Azeite q.b.,
1 colher de sopa de margarina;
Meio cubo de caldo de carne Knorr;
Cerca de 80g de milho cozido (eu usei congelado);
3 pedaços de frango assado (2 peitos e um quadril) desfiado;
350g de massa penne;
sal q.b.;
Molho bechámel q.b.;
Queijo mozzarela ralado q.b.;
100g de miolo de camarão.
Encher uma panela com 3/4 da sua capacidade em água, temperar com sal (a gosto) e um fio de azeite. Assim que ferver, coloquem a massa e deixem cozer em lume brando seguindo as indicações da embalagem. Escorrer e reservar.
Numa frigideira, coloquem a colher de margarina e o fio de azeite, metade do caldo Knorr, os dentes de alho, a cebola e deixem refogar. Juntar a carne, os cogumelos, o milho e o camarão (e quaisquer outros legumes que tenham à vossa disposição, ou que queiram aproveitar) e deixem fritar em lume alto até ficar bem sequinho e douradinho.
Na panela de massa, juntem o recheio da frigideira e o molho bechámel e envolvam tudo muito bem.
Num pirex, coloquem todo o preparado e cubram com mozzarela ralada (eu gosto de colocar bastante!)
Coloquem no forno (na prateleira mais acima possível) e deixem apenas gratinar.No meu forno foram 20m, nesta função,a 200ºC.
Ficou uma delícia!
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Algo que tem 1001 aplicações? Simples...Massa Folhada!
Pois é.. estou a aprender umas coisas na área da culinária e esta foi uma delas.. escusado será dizer que é uma das minhas mais recentes fixações..eh eh.. E só até aparecer a próxima ...
A massa folhada é feita tendo em conta a sua finalidade (se para croissants, se para palmiers e mil-folhas..., ou pastéis de nata).. e mesmo para as natas estes existem (pelo menos..) dois tipos de massa pois as "voltas" que a massa leva é que faz a diferença.
Tal como o nome indica a massa folhada tem que folhar e a forma de fazer isso acontecer é dobrando-a sobre camadas de manteiga de modo a que esta fique sempre entre uma dobra e a outra. Quando vai ao forno esta gordura não permite que a massa se "cole" e uniformize (ficando cozida como se fosse massa de bolo). Assim, é importante referir que não se deve trabalhar a massa em demasia de modo a que esta gordura não penetre demasiado na massa e ter a certeza das voltas que se deu para que a massa fique com manteiga entre todas as dobras, para mais tarde "folhar" e obtermos a massa folhada indicada para aquilo que se pretende fazer.
Como não filmei o processo (que seria demasiado longo e difícil pois também andei com as mãos na massa) procurei algo que se aproxima-se daquilo que fizemos por lá e este video pareceu-me bem.
No entanto, faço alguns reparos:
- Usem manteiga própria para massas folhadas (em príncipio só em sítios como a Makro ou o Recheio as terão, pois as pastelarias têm fornecedores próprios e não confirmei se nas lojas de Cake Design têm este produto...);
- Reduzam o uso da farinha ao máximo e se possível não usem nenhuma. Optem por trabalhar a massa em superfície fria como a mármore e se a massa aquecer voltem a pô-la no frigorífico e só depois continuem a trabalhá-la;
- A forma de dobrar a massa depende do que se pretende fazer... para já esta forma de dobrar a massa é boa para fazer milfolhas, merendas e palmiers.. pois a massa fica mais pesada.. mas não tão pesada como se fosse para fazer croissants. A versão mais leve é a dos pastéis de nata.
Alheira Transmontana, Batatas grelhadas e verdes da Horta
Hoje deixo-vos uma experiência gastronómica que cá em casa é tratada com solenidade: As alheiras!
São caseiras, feitas pela família do meu marido seguindo uma receita antiga (que, infelizmente, não posso partilhar convosco).
De cada vez que come uma alheira fica a saborear este manjar dos deuses com um misto de tristeza pois é menos uma no seu lote de alheiras ainda por trincar...eh eh!
As batatas são cozidas, com casca, em água e sal e depois assadas em grelha, no fogão ou na brasa. A alheira é assada da mesma forma. É sempre acompanhada com grelhos de couve (na sua época) ou outro legume verde (disponível na horta) que são cozidos em água e sal.
Quantas vezes o mais simples é o mais delicioso... este é só mais um desses momentos.
São caseiras, feitas pela família do meu marido seguindo uma receita antiga (que, infelizmente, não posso partilhar convosco).
De cada vez que come uma alheira fica a saborear este manjar dos deuses com um misto de tristeza pois é menos uma no seu lote de alheiras ainda por trincar...eh eh!
As batatas são cozidas, com casca, em água e sal e depois assadas em grelha, no fogão ou na brasa. A alheira é assada da mesma forma. É sempre acompanhada com grelhos de couve (na sua época) ou outro legume verde (disponível na horta) que são cozidos em água e sal.
Quantas vezes o mais simples é o mais delicioso... este é só mais um desses momentos.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Bolo de Bolacha com caramelo artesanal
Este é o doce preferido do maridão!
Bolo de Bolacha com caramelo artesanal:
Façam o caramelo como indicado aqui (a dona deste blog tem um post muito elucidativo)
1lata de leite condensado;
2 pacotes de natas;
café instantâneo;
Água q.b.;
3 pacotes de bolacha maria (também já fiz com digestiva e fica muito bom)
6 folhas de gelatina incolor.
Bolo de Bolacha com caramelo artesanal:
Façam o caramelo como indicado aqui (a dona deste blog tem um post muito elucidativo)
1lata de leite condensado;
2 pacotes de natas;
café instantâneo;
Água q.b.;
3 pacotes de bolacha maria (também já fiz com digestiva e fica muito bom)
6 folhas de gelatina incolor.
Batam as natas em castelo, juntem o leite condensado e mexam. Coloquem as folhas de gelatina cortadas em pedaços (com uma tesoura) numa tacinha e apenas um pouco de água (6-8ml) e coloquem no microondas cerca de 30s. Com uma colher dissolvam o remanescente da gelatina e deitem em fio nas natas sem parar de bater. Juntem o caramelo em fio e voltem a bater muito bem (já deve estar frio).
Façam um café forte e, numa forma de aro amovível, comecem por deitar uma camada de creme e uma de bolachas demolhadas em café. Façam isto até terminar o creme. Terminem com uma camada de creme.
Vai ao frigorífico a solidificar cerca de 6 horas (eu deixo sempre de um dia para o outro) e quando desenformarem ralem uma camada de bolachas e polvilhem por cima do bolo.
Se pretendem uma versão igualmente saborosa mas muito mais simples é substituir o leite condensado por leite condensado cozido e eliminar o caramelo da lista de ingredientes.
Para quem não tem uma forma do tipo que indiquei pode passar uma forma (sem buraco) por água e forrar com película aderente. Quando for desenformar é só virá-la ao contrário e depois puxar com cuidado pelas pontas da película e desenforma na perfeição. Retirar a película e já está pronto a polvilhar para tapar o enrrugado deixado pela película.
domingo, 6 de janeiro de 2013
Palavra na ordem do dia… APROVEITAR!
Partilho convosco uma compilação de receitas que servirão para aproveitar cada um dos alimentos que menciono.
A vida não está em condições de se desperdiçar nada e se não for por isso, pelo menos porque é moralmente errado.
Este será o primeiro: o PÃO
Façam Pão ralado
Quantas vezes não nos sobram restos de pão (mesmo uma ou duas côdeas) que sabemos que não vamos comer, ou porque já nem dá para uma torrada ou porque está mesmo duro e a visão de o comer não nos deixa nada entusiasmados?
No meu caso, bastantes… mas deitar fora pão é algo que me martiriza bastante. Assim lembrei-me que havia a possibilidade de fazer pão ralado (caseiro) com aquelas pontas mas… Havia sempre um problema: ligar o forno para torrar duas côdeas não compensa de todo!
Resolvi a questão da seguinte forma: sempre que me sobram pedaços vou colocando num saco que coloquei no congelador. Quando tenho quantidade suficiente e (sendo que tenho a possibilidade de cozinhar três tabuleiros no forno ao mesmo tempo) coloco o assado e um tabuleiro de côdeas e pedaços de pão. Depois é só passar tudo na picadora e voilá!
Pão ralado caseirinho.
Façam Migas doces
2 dl de leite;
1 vagem de baunilha (ou um pouco de açúcar baunilhado);
500 g de miolo de pão;
600 g de açúcar;
8 dl de água;
8 ovos;
Canela em pó q.b
Levem o leite ao lume com a vagem de baunilha e deixem ferver. Escaldem o miolo de pão, bem esfarelado, com o leite e deixem amolecer. Levem o açúcar ao lume com a água até atingir ponto de estrada (quando rasparem com a colher no fundo do tacho esta deve formar um risco, tipo estrada sem que as margens se juntem). Juntem o pão, previamente espremido e, mexendo sempre, deixem que volte a ferver. Fora do lume e sem parar de mexer, adicionem as gemas desfeitas. Levem de novo ao lume, mexendo sempre, para cozer as gemas mas sem deixar ferver. Deitem o doce numa travessa e alisem a superfície com uma espátula. Deixem arrefecer e enfeitem com canela em pó.
Façam uma Açorda
A vida não está em condições de se desperdiçar nada e se não for por isso, pelo menos porque é moralmente errado.
Este será o primeiro: o PÃO
Façam Pão ralado
Quantas vezes não nos sobram restos de pão (mesmo uma ou duas côdeas) que sabemos que não vamos comer, ou porque já nem dá para uma torrada ou porque está mesmo duro e a visão de o comer não nos deixa nada entusiasmados?
No meu caso, bastantes… mas deitar fora pão é algo que me martiriza bastante. Assim lembrei-me que havia a possibilidade de fazer pão ralado (caseiro) com aquelas pontas mas… Havia sempre um problema: ligar o forno para torrar duas côdeas não compensa de todo!
Resolvi a questão da seguinte forma: sempre que me sobram pedaços vou colocando num saco que coloquei no congelador. Quando tenho quantidade suficiente e (sendo que tenho a possibilidade de cozinhar três tabuleiros no forno ao mesmo tempo) coloco o assado e um tabuleiro de côdeas e pedaços de pão. Depois é só passar tudo na picadora e voilá!
Pão ralado caseirinho.
Façam Migas doces
2 dl de leite;
1 vagem de baunilha (ou um pouco de açúcar baunilhado);
500 g de miolo de pão;
600 g de açúcar;
8 dl de água;
8 ovos;
Canela em pó q.b
Levem o leite ao lume com a vagem de baunilha e deixem ferver. Escaldem o miolo de pão, bem esfarelado, com o leite e deixem amolecer. Levem o açúcar ao lume com a água até atingir ponto de estrada (quando rasparem com a colher no fundo do tacho esta deve formar um risco, tipo estrada sem que as margens se juntem). Juntem o pão, previamente espremido e, mexendo sempre, deixem que volte a ferver. Fora do lume e sem parar de mexer, adicionem as gemas desfeitas. Levem de novo ao lume, mexendo sempre, para cozer as gemas mas sem deixar ferver. Deitem o doce numa travessa e alisem a superfície com uma espátula. Deixem arrefecer e enfeitem com canela em pó.
Façam uma Açorda
Algumas fatias de Pão alentejano, finas;
1 Posta de bacalhau;
2 ovos;
Um fio de azeite;
2 dentes de alho;
1 molho de coentros frescos;
Sal q.b.
Cozam o bacalhau e os ovos em água com um pouco de sal e reservem a água da cozedura. Entretanto, numa terrina, coloquem as fatias de pão cortadas, os dentes de alho picados, os coentros picados e regem com um fio de azeite.
Retirem as peles e as espinhas ao bacalhau e coloquem por cima do pão. Vertam a água de cozer o bacalhau, a ferver, por cima e tapem por uns minutos.
Sirvam bem quente enfeitado com rodelas de ovo cozido dispostas por cima.
Façam Mini pizzas
4 fatias de pão (duro) ;
Polpa de tomate q.b.;
Queijo Mozzarela ralado q.b.;
Orégãos q.b.;
Quaisquer outros acompanhamentos do vosso gosto (fiambre, chouriço, atum, milho, etc.)
Coloquem as fatias de pão num tabuleiro que possa ir ao forno, forrado com papel vegetal.
Barrem cada uma das fatias de pão com polpa de tomate (ou vejam a minha receita de molho de tomate), polvilhem com oregãos, e um pouco de mozzarela ralada em cima (eu ponho bastante). Juntem de seguida os acompanhamentos do vosso gosto e voltem a polvilhar (desta vez, pouco) com mozzarela.
Levem ao forno durante 10 a 15m (até o queijo derreter e ganhar alguma cor) a 200ºC.
Façam Pão Recheado (como entrada é sucesso garantido):
1 pão alentejano redondo, preferência com cabeça
100 g de fiambre picado
120 g de presunto picado
1 chouriço pequeno picado
200 g de queijo ralado (podem escolher daqueles pacotes 4 queijos, ou optar por uma mistura dos vossos preferidos: mozarela, ilha, emental, etc.)
2 dentes de alho picados
1 frasco de Maionese (cerca de 225 ml)
Cortem a cabeça do pão, e com cuidado retirem todo o miolo e reservem. Numa taça coloquem todos os ingredientes (o fiambre, o presunto, o chouriço, o queijo, o alho) e envolvam muito bem com a maionese, de forma a ficar tipo pasta. Recheiem o pão com o preparado. Embrulhem o pão, sem a tampa, em papel de alumínio e levem ao forno cerca de 20 minutos. Passado este tempo retirem do forno, abram o papel de alumínio, coloquem a tampa no pão, e ponham o miolo à volta e novamente no forno até o miolo estar com um aspeto douradinho (+/- 20 minutos). Sirvam num prato com o miolo do pão torrado em volta e depois de se esgotar o miolo, ou o recheio, é partir a própria côdea do pão que fica e comê-la com o recheio que entretanto entranhou. É uma maravilha!
Sugestão: Substituam as carnes por uma alheira, ou por atum, ou façam uma versão vegetariana que sairá igualmente bom!
Façam Rabanadas:
Aqui sugiro este link ou esta receita pois estão muito explícitos e foi onde me inspirei para fazer as minhas rabanadas.
As minhas são uma combinação de ambas: a receita do Sabor Intenso, da Neuza Costa, feitas no forno de acordo com o vídeo que encontram no Blog A Paparoca
Façam Migas:
Azeite q.b.;
1 Pão alentejano médio ;
1 Posta de bacalhau;
2 ovos;
Um fio de azeite;
2 dentes de alho;
1 molho de coentros frescos;
Sal q.b.
Cozam o bacalhau e os ovos em água com um pouco de sal e reservem a água da cozedura. Entretanto, numa terrina, coloquem as fatias de pão cortadas, os dentes de alho picados, os coentros picados e regem com um fio de azeite.
Retirem as peles e as espinhas ao bacalhau e coloquem por cima do pão. Vertam a água de cozer o bacalhau, a ferver, por cima e tapem por uns minutos.
Sirvam bem quente enfeitado com rodelas de ovo cozido dispostas por cima.
Façam Mini pizzas
4 fatias de pão (duro) ;
Polpa de tomate q.b.;
Queijo Mozzarela ralado q.b.;
Orégãos q.b.;
Quaisquer outros acompanhamentos do vosso gosto (fiambre, chouriço, atum, milho, etc.)
Coloquem as fatias de pão num tabuleiro que possa ir ao forno, forrado com papel vegetal.
Barrem cada uma das fatias de pão com polpa de tomate (ou vejam a minha receita de molho de tomate), polvilhem com oregãos, e um pouco de mozzarela ralada em cima (eu ponho bastante). Juntem de seguida os acompanhamentos do vosso gosto e voltem a polvilhar (desta vez, pouco) com mozzarela.
Levem ao forno durante 10 a 15m (até o queijo derreter e ganhar alguma cor) a 200ºC.
Façam Pão Recheado (como entrada é sucesso garantido):
1 pão alentejano redondo, preferência com cabeça
100 g de fiambre picado
120 g de presunto picado
1 chouriço pequeno picado
200 g de queijo ralado (podem escolher daqueles pacotes 4 queijos, ou optar por uma mistura dos vossos preferidos: mozarela, ilha, emental, etc.)
2 dentes de alho picados
1 frasco de Maionese (cerca de 225 ml)
Cortem a cabeça do pão, e com cuidado retirem todo o miolo e reservem. Numa taça coloquem todos os ingredientes (o fiambre, o presunto, o chouriço, o queijo, o alho) e envolvam muito bem com a maionese, de forma a ficar tipo pasta. Recheiem o pão com o preparado. Embrulhem o pão, sem a tampa, em papel de alumínio e levem ao forno cerca de 20 minutos. Passado este tempo retirem do forno, abram o papel de alumínio, coloquem a tampa no pão, e ponham o miolo à volta e novamente no forno até o miolo estar com um aspeto douradinho (+/- 20 minutos). Sirvam num prato com o miolo do pão torrado em volta e depois de se esgotar o miolo, ou o recheio, é partir a própria côdea do pão que fica e comê-la com o recheio que entretanto entranhou. É uma maravilha!
Sugestão: Substituam as carnes por uma alheira, ou por atum, ou façam uma versão vegetariana que sairá igualmente bom!
Façam Rabanadas:
Aqui sugiro este link ou esta receita pois estão muito explícitos e foi onde me inspirei para fazer as minhas rabanadas.
As minhas são uma combinação de ambas: a receita do Sabor Intenso, da Neuza Costa, feitas no forno de acordo com o vídeo que encontram no Blog A Paparoca
Façam Migas:
Azeite q.b.;
1 Pão alentejano médio ;
2 ou 3 dentes de alho q.b esmagados e ainda com pele (ajuda a que não fritem demais e amarguem, quando estiverem a fritar);
Sal q.b. ;
2 folhas de louro;
rodelas de Linguíça q.b.
Cortem o pão em fatias finas e demolhem-nas em água sem desfazer muito. Entretanto fritem a linguiça no azeite juntamente com o alho e o louro. Vão juntando o pão demolhado e provando para verificar o sal. Se ficar muito seco adicionem um pouco de água. Mexam até formar uma bola.
Façam Pão de alho:
2 dentes de alho;
125 g de manteiga;
1 pão cacete (ou outro tipo de pão cortado em fatias finas);
Orégãos q.b. (facultativo)
Comecem por misturar numa caçarola a manteiga com o alho esmagado, em lume brando. Dividam o cacete ao meio e untem ambas as partes do pão, com a manteiga de alho derretida e ainda quente. Untem também a côdea e polvilhem tudo com os orégãos. Levem ao forno, durante alguns minutos até o pão estar tostadinho.
Sugestão: Também podem polvilhar com um queijo do vosso gosto, depois os orégãos e levar a gratinar.
Façam Bacalhau com pão:
400 g de Bacalhau;
3 cebolas grandes cortadas às rodelas;
3 dentes de alho;
2 colheres de chá de azeite;
3 paposecos ou esta quantidade em restos de pão;
Pimenta q.b.;
2 Ovos
Demolhem o bacalhau desfiado de um dia para o outro. Fatiem o pão. Preparem o refogado com as cebolas e os dentes de alho picados e deixem aloirar. Juntem o bacalhau ao refogado.
À parte, mergulhem as fatias de pão e coloquem- nas num tabuleiro ou travessa que possa ir ao forno. Coloquem uma camada de fatias embebidas em leite, depois uma camada de bacalhau e assim sucessivamente até terminar. A última camada é de pão. Cubram com os ovos batidos e a pimenta e levem ao forno até cozer e estar douradinho.
Façam Pudim de Pão:
Sal q.b. ;
2 folhas de louro;
rodelas de Linguíça q.b.
Cortem o pão em fatias finas e demolhem-nas em água sem desfazer muito. Entretanto fritem a linguiça no azeite juntamente com o alho e o louro. Vão juntando o pão demolhado e provando para verificar o sal. Se ficar muito seco adicionem um pouco de água. Mexam até formar uma bola.
Façam Pão de alho:
2 dentes de alho;
125 g de manteiga;
1 pão cacete (ou outro tipo de pão cortado em fatias finas);
Orégãos q.b. (facultativo)
Comecem por misturar numa caçarola a manteiga com o alho esmagado, em lume brando. Dividam o cacete ao meio e untem ambas as partes do pão, com a manteiga de alho derretida e ainda quente. Untem também a côdea e polvilhem tudo com os orégãos. Levem ao forno, durante alguns minutos até o pão estar tostadinho.
Sugestão: Também podem polvilhar com um queijo do vosso gosto, depois os orégãos e levar a gratinar.
Façam Bacalhau com pão:
400 g de Bacalhau;
3 cebolas grandes cortadas às rodelas;
3 dentes de alho;
2 colheres de chá de azeite;
3 paposecos ou esta quantidade em restos de pão;
Pimenta q.b.;
2 Ovos
Demolhem o bacalhau desfiado de um dia para o outro. Fatiem o pão. Preparem o refogado com as cebolas e os dentes de alho picados e deixem aloirar. Juntem o bacalhau ao refogado.
À parte, mergulhem as fatias de pão e coloquem- nas num tabuleiro ou travessa que possa ir ao forno. Coloquem uma camada de fatias embebidas em leite, depois uma camada de bacalhau e assim sucessivamente até terminar. A última camada é de pão. Cubram com os ovos batidos e a pimenta e levem ao forno até cozer e estar douradinho.
Façam Pudim de Pão:
1 litro de leite;
3 a 4 pães paposecos (ou na falta qualquer outro tipo de pão);
3 a 4 pães paposecos (ou na falta qualquer outro tipo de pão);
9 a 10 colheres de sopa de açúcar;
2 pacotinhos de pudim Mandarim;
4 ovos.
Coloquem metade do leite a aquecer em lume brando. Na outra metade, juntem todos os ingredientes e triturem bem com a varinha mágica. Juntem a esta mistura o leite que entretanto aqueceu e vão mexendo até engrossar. Coloquem numa forma previamente untada com caramelo e levem ao frigorífico até à hora de servir.
2 pacotinhos de pudim Mandarim;
4 ovos.
Coloquem metade do leite a aquecer em lume brando. Na outra metade, juntem todos os ingredientes e triturem bem com a varinha mágica. Juntem a esta mistura o leite que entretanto aqueceu e vão mexendo até engrossar. Coloquem numa forma previamente untada com caramelo e levem ao frigorífico até à hora de servir.
Este será um post para ser atualizado quer com fotos ou outras receitas..comentem ou partilhem receitas no blog ou através de virtudecaseira@gmail.pt
Espero que vos ajude e inspire!
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